quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Os orgasmos da Clara...



As portas do Centro Cultural de Cascais abriram-se no dia 08-01-2010 para revelar uma exposição 'única'. Fotografada pelo seu companheiro, Pedro Palma, a bióloga e professora universitária, Clara Pinto Correia, dá a cara pelos orgasmos retratados nas dez fotografias que constituem a mostra ‘Sexpressions’!

De facto, este foi um dia histórico para Portugal: - Clara Pinto Correia, a diva escultural, a escritora talentosa, a investigadora que plagia, como ninguém, artigos de outras revistas, a vice-reitora de uma pseudo-universidade portuguesa, foi para Cascais expor os seus tão belos quanto execráveis orgasmos.

Para dar a saborear a profundidade de toda a sua estética e aquela sua profunda sensualidade aos homens machos deste país e às mulheres que ainda não sabem fingir decentemente um orgasmo, ela decidiu expor o ridículo da sua pessoa em suporte fotográfico.

Tudo isto seria patético e hilariante, se não fosse real. Porque ela está convencida que aquilo é Arte. Porque ela está convencida que ficámos todos com água na boca, ansiosos à espera de uma segunda série! E o hilariante vira vómito!...


Pena que o Centro Cultural de Cascais se tenha esquecido de sonorizar as fotos, porque, como fundo musical da exposição, ficaria a matar uma banda permanente com o ruído de uma manada de hipopótamos, quando acasalam nas águas lamacentas e cheias de bosta de um qualquer lago africano, ou, talvez... os latidos de uma matilha de cadelas com o cio, num qualquer canil municipal.

Num país que já perdeu a vergonha e onde os valores morais foram espezinhados, cedendo o lugar ao execrável e aos conceitos de baixo nível a partir das cúpulas, já tudo é permitido. Até mesmo uma exposição dos grotescos orgasmos da Clara!

As "amplas liberdades" de agora, tomadas assim à letra, sem filtros estéticos, sem critérios de qualidade, sem quaisquer sentidos de maturidade e de bom senso, resultam neste cocktail promíscuo da mediocridade actual de toda a nossa sociedade.

A Cultura, a Decência e o Bom Senso desta Nação precisam, com urgência, de ser violentamente reabilitados.

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