terça-feira, 15 de março de 2011

Para baixar o défice... é sempre mais fácil ir ao bolso dos mesmos, não é?...

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Assim, mesmo sem muita imaginação e com muito pouca formação em assuntos de Economia, lembro-me rapidamente de um pequeno conjunto de 15 medidas para tornar Portugal mais credível face aos mercados,  e sem precisar de ir ao bolso aos de sempreestá a ouvir ó...   sr. Ministro das Finanças?!

1. Suspender imediatamente todos os projectos megalómanos e sumptuários, como o TGV e o novo Aeroporto, mais próprios de um país rico e com as finanças saudáveis.
2. Reduzir (ou mesmo eliminar) as mordomias dos três Presidentes da República retirados, tais como gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos, viaturas, motoristas, etc.  Eles não foram deuses nem a Pátria lhes deve nada!   Eles foram apenas cidadãos que cumpriram um cargo na República.   E por isso já foram remunerados.
3. Reduzir o número de deputados na Assembleia da República, dos actuais 230 para 170.   Reduzir igualmente as suas múltiplas mordomias (em ano de crise a Assembleia vai gastar mais 2,2 milhões com pessoal notícia DN).
4. Extinguir os 18 Governos Civis, juntamente com os seus governadores e todo o exército de assessores e administrativos, como estruturas desprovidas de qualquer utilidade pública de relevo e apenas servindo como local previlegiado e muito apetecido dos boys do PS/PSD.
5. Acabar com várias centenas dos muitos milhares de organismos públicos (Institutos, Comissões, Fundações, etc) que não servem para nada e se comportam como verdadeiras sanguessugas dos dinheiros do Orçamento, e que mais não são do que verdadeiros albergues de boys do partido único PS/PSD, com administradores e funcionários quantas vezes em regime de duplo e triplo emprego, e muitos deles sem presença assídua.

6. Acabar ou reduzir e fundir drasticamente o número das Empresas Municipais, com administradores auferindo milhares de euro/mês, muitas das vezes em acumulação de funções nos municípios para aumentar o seu "bolo" salarial.
7. Reduzir drasticamente o número de Câmaras e Assembleias Municipais, bem como de Juntas de Freguesia (e acabar com o pagamento de 200 euros por presença nas reuniões das Câmaras e de 75 euros nas Juntas de Freguesia).
8. Terminar com essa fantochada e regabofe do Financiamento aos Partidos, que deverão viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.
9. Reduzir drasticamente o número de viaturas e condicionar fortemente a renovação sistemática das frotas de viaturas do Estado e das várias entidades públicas. Colocar chapas de identificação obrigatórias em todos os carros do Estado (como acontecia nos tempos do tão execrado Salazar), bem como proibir a utilização destas viaturas para serviços particulares (serviço de filhos, familiares e amigos) à custa do erário público.
10. Acabar, reduzir ou condicionar o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas, pagos pelos contribuintes, muitos destes a quem se nega o mínimo de sustento e de condições de vida.

11. Acabar com as Cosultadorias Privadas e os milhares de “estudos” e de “pareceres jurídicos”, caríssimos e sempre pagos aos mesmos escritórios “especiais”, numa estreita promiscuidade com o Governo, no que toca ao tráfico de influências.
12. Acabar com a acumulação de várias reformas por pessoa dentre o pessoal do Estado, titulares de cargos públicos e entidades privadas (...quantas delas não passam fugazmente pelo Estado só para adquirir o direito a chorudas e infames reformas) e também aquelas vergonhosas e avultadas reformas dos deputados e detentores de outros cargos políticos ao fim de 3 legislaturas (12 anos!). Isto constitue um verdadeiro ultraje a quem usufrui de baixas reformas e ainda as vê cortadas ou congeladas pelos PECs do sr Ministro!
13. Acabar com os salários e subsídios milionários aos funcionários da RTP, bem como as centenas de milhões que a mesma recebe do Orçamento todos os anos.  Privatizar o canal, uma vez que só serve para difundir a linha política dos governos instalados, sem qualquer utilidade para o cidadão comum.
14. Acabar com o regabofe dos contratos das Parcerias Público-Privadas (ou renegociando-os), já que mais não são do que formas habilidosas de encher o bolso duns quantos amigos e ex-colegas do partido PS/PSD, com verdadeiras fortunas à custa dos contribuintes.   Legislar no sentido de impedir ou condicionar os ex-titulares de cargos públicos (nomeadamente Ministros e Secretários de Estado) de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos mesmos.

15. Criminalizar o enriquecimento ilícito e legislar no sentido de agilizar o confisco e a punição dos crápulas que fizeram (e continuam a fazer!) colossais fortunas, adquirindo patrimónios de forma fraudulenta por manipulação ardilosa dos “esquemas” pretensamente “legais”, quer por tráfico de influências quer directamente por desvios de dinheiros públicos. 

Como vê, sr. Ministro, são 15 medidas que tornariam Portugal muito mais limpo e com um ar mais respirável.   E aposto que, com elas, os "mercados" baixariam de imediato as  pressões sobre os tão famigerados "juros da dívida"!   Mas, se procurar bem, ainda vai encontrar mais algumas, como aqui, por exemplo!

Mas o Sr. Ministro das Finanças acha tudo isto muito mais difícil e trabalhoso.   E é!

Por isso é muito mais simples e muito mais rápido assaltar, meter a mão, ir ao bolso, ir à carteira, roubar os magros proventos de quem já pouco ou nada tem!   Além do mais...   será que o sr. Ministro fez bem as "contas"???...

E o Primeiro-Ministro aprova!   E até tenta justificar tudo isto!   Em nome de um seu “estranho”  e "patético" sentido de dever patriótico!!!


E...  ainda a propósito, o que será feito daquele carrão - o MERCEDES   S 450 CDI - que o sr. Ministro comprou para sentar o rabo do sr. Durão, durante a cimeira da NATO em Novembro, pela módica quantia de 134.000 euros?   Quem será o "boy sortudo" ou o "político do regabofe"  que andará agora bem refastelado e de cu tremido e massajado naqueles super-estofos daquele super-carro que os nossos impostos, os nossos salários e as nossas reformas pagaram?...


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segunda-feira, 14 de março de 2011

PROTESTO GERAL - Contra o aumento dos preços dos combustíveis!...

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Eu associo-me ao protesto! 
Contra o aumento e a cartelização dos preços dos combustíveis!

Numa iniciativa do blogue "Pau para toda a obra", já a partir do próximo dia 18 de Março, está em marcha um protesto nacional sob a forma de recusa em abastecermos qualquer combustível, durante UMA SEMANA, em cada um dos postos das diferentes gasolineiras - GALP,  BP e REPSOL.


Ninguém em Portugal acredita que não haja uma concertação dos preços entre estas petrolíferas.   Só mesmo a "digníssimaAutoridade da Concorrência e o seu presidente,  Manuel Sebastião, acreditam nisso!  Nem as várias reclamações oriundas de variados sectores da sociedade - uma referência especial para Carlos Barbosa,  presidente do ACP - têm tido quaisquer resultados, sendo a resposta daquela "Autoridade" sempre a mesma - não existe concertação de preços e está tudo correcto!   E em todas estas respostas  o governo assina por baixo - claro, quanto mais altos os preços mais imposto ISP ensacado!...

E se alguém ainda tem dúvidas, basta ver este vídeo esclarecedor sobre os resultados das análises químicas dos combustíveis "de marca" vs "marca branca", e também entre elas - as próprias marcas que estabelecem os preços:



Entretanto, chegou-me este e-mail (escrito em francês, e para o qual faço uma tradução livre) sobre o preço dos combustíveis ao redor do mundo.  


Querem tomar-nos por idiotas?! 

Bélgica - Diesel - EUR 1.222 !!!

França - Diesel - EUR 1.294 !!!

Portugal - Diesel - EUR 1.397 !!!

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Azerbeijão - Diesel - EUR 0,31
Egipto - Diesel - EUR 0,14
Etiópia - Super - EUR 0,24
Bahamas - Diesel - EUR 0,25
Bolívia - Super - EUR 0,25
Brasil - Diesel - EUR 0,54
China - Super - EUR 0,45
Equador - Super - EUR 0,24
Gana - Super - EUR 0,09 !!!
Gronelândia - Super - EUR 0,50
Guiane - Super - EUR 0,67
Hong Kong - Diesel - EUR 0,84
India - Diesel - EUR 0,62
Indonésia - Diesel - EUR 0,32
Iraque - Super - EUR 0,60
Kazaquistão - Diesel - EUR 0,44
Qatar - Super - EUR 0,15
Kuweit - Super - EUR 0,18
Cuba - Super - EUR 0,62
Líbia - Diesel - EUR 0,08 !!!
Malásia - Super - EUR 0,55
México - Diesel - EUR 0,41
Moldávia - Super - EUR 0,25
Oman - Super - plus EUR 0,20
Perú - Diesel - EUR 0,22
Filipinas - Diesel - EUR 0,69
Rússia - Super - EUR 0,64
Arábia Saudita - Diesel - EUR 0,07 !!!
África do Sul- Diesel - EUR 0,66
Suazilândia - Super - EUR 0,10 !!!
Síria - Diesel - EUR 0,10 !!!
Trinidade - Super - EUR 0,33
Tailândia - Super - EUR 0,65
Tunísia - Diesel - EUR 0,49
USA - Diesel - EUR 0,61
Venezuela - Diesel - EUR 0,07 !!!
Emirados Árabes Unidos - Diesel - EUR 0,18
Vietname - Diesel - EUR 0,55
Ucrânia - Diesel - EUR 0,51




Inacreditável, não?...


Os países da União Europeia e os seus ministros das finanças tomam verdadeiramente as populações por idiotas… "TVA + TIPP + IRPP + ISF + IVA + ISP” sobre estes bens de consumo, numa extorsão fiscal desenfreada. Façam circular este e-mail para que os cidadãos, na altura de votar, saibam o quanto estão a ser enganados pelos políticos europeus!

Estamos a mantê-los com todas as mordomias com o dinheiro dos contribuintes!


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domingo, 13 de março de 2011

Geração à Rasca - finalmente... o acordar de um país!

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O início de uma imparável "marcha"...  que vai engrossar!


Impossível tentar contornar isto.   Impossível tentar ignorar ou sequer minimizar o seu significado.   Mais, atrevo-me a dizer que depois deste 12 de Março já nada irá ficar como dantes.   Já aqui o tinha referido como um balão de ensaio, quando ainda não passava de mero acontecimento futuro.   E o acontecimento virou realidade e superou todas as espectativas.   Apartidário.  Inter-geracional.   Os jovens e os menos jovens provaram do sabor da força reivindicativa da rua.   E eles chamaram-lhe sua - a rua - e tomaram-lhe o gosto.  

Nestas coisas, o mais difícil é sempre o arranque.   É o vencer da inércia e da inibição.   É o experimentar o eco estrondoso da sua própria voz multiplicada por 300.000.   Amanhã serão 500.000.   Talvez um milhão ou mais, contando com todas as outras gerações "à rasca".   E, no caso particular desta manifestação, onde a maioria nunca antes  soubera o que era entrar no espírito de  uma luta por um qualquer  ideal,  estou certo que, para estas  centenas de milhar de jovens, todo este seu extraordinário envolvimento e participação irá representar um inesquecível ritual de iniciação.   Na luta pelos seus próprios direitos!

Para os políticos, os de agora e os futuros, ficam os avisos desta enorme força reivindicativa que acabou de dar o seu primeiro passo numa marcha que não parará jamais.   Que irá aumentar e fortalecer-se.   Que poderá até, se a cegueira dos políticos persistir, sofrer uma metamorfose e deixar de ser simplesmente... "pacífica"!

Para os políticos, os de agora e os futuros, fica também uma chamada de atenção: - a de toda esta extraordinária força de trabalho completamente desaproveitada.   E tão vilipendiada.   E maltratada.   E espezinhada, até!  

Cuidem-se a partir de agora, políticos deste país, que o povo de Portugal começou a acordar!   E está farto das vossas mentiras!   E da vossa incompetência!   E da vossa arrogância!

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sábado, 12 de março de 2011

Incompetência, arrogância e mentira permanente - os 3 pilares do governo PS-Sócrates!

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CHEGOU A HORA DE DIZER BASTA !

Continua a austeridade a conta gotas.   Desta vez foram as prestações sociais e mais impostos.   Para a próxima, serão novamente as prestações sociais, quiçá os salários e, claro, mais impostos, sempre mais impostos.   A verdade é que enquanto este governo continuar em funções nem a austeridade será travada, nem a economia terá qualquer possibilidade de recuperar tão cedo.  

Com este governo a austeridade faz-se em pequenas grandes doses, sem o mínimo de orientação estratégica, sem o mínimo de preocupação com a economia nacional, com o bem-estar dos portugueses, e, muito menos, com o pesado legado que vamos legar às gerações futuras.  
O que realmente interessa é que o governo sobreviva mais alguns meses para ver se surge algum milagre (a solidariedade europeia, a ajuda chinesa, um erro da Oposição, quiçá mesmo a descoberta de petróleo no território nacional) que possa resgatar este Executivo da certeza de uma derrota histórica nas próximas eleições legislativas.  
Não interessam os custos ou os sacrifícios impostos.   O que importa é que o nosso benemérito e visionário primeiro-ministro não seja injustiçado pelo julgamento da História.

E assim vamos de PEC em PEC, de austeridade em austeridade, de leilão de dívida em leilão de dívida, em busca desse milagre, à procura dessa efémera razão que irá salvar o governo e o primeiro-ministro de uma pesada derrota eleitoral e de um mais-que-certo resgate europeu.

A verdade é que este novo PEC só é necessário porque não só o governo não tem o mínimo de credibilidade junto dos nossos parceiros europeus e dos credores internacionais, como também, e principalmente, porque, mais uma vez, o governo falha estrondosamente a execução orçamental e o planeamento do Orçamento.   Sim, leu bem.   É mesmo a execução orçamental e o cumprimento das metas do défice deste ano e principalmente do próximo que estão em causa.  
O que se passou foi que a missão técnica da Comissão Europeia e do BCE que esteve nas últimas semanas a analisar as contas públicas portuguesas não permitiu que o governo levasse a cabo mais um malabarismo contabilístico (transferindo a contabilização do resgate do BPN para 2008) e descobriu um buraco orçamental nas finanças públicas de 0,75% do PIB este ano e de 2,75% do PIB em 2012.   Repito: 2,75% do PIB no próximo ano.   Um valor que é cerca de 3 vezes mais elevado do que as receitas que a nova taxa do IVA irá proporcionar.   Ou seja, no mínimo, inacreditável.
E assim surgem as inevitáveis questões:   como é que um governo e um Ministro das Finanças que estão em funções há 6 anos ainda cometem erros deste calibre?   Como é que se pode ambicionar ter o mínimo de credibilidade se as derrapagens orçamentais se sucedem a um ritmo vertiginoso?   Como é que esperamos ter o mínimo de confiança por parte dos nossos parceiros europeus e dos credores internacionais se as metas dos défices só são "cumpridas" com medidas extraordinárias e com artifícios contabilísticos?


Mais, e porventura ainda mais importante:   Quantos buracos orçamentais estão ainda por descobrir?   Que malabarismos contabilíticos estão ainda por desvendar?  
Qual é o verdadeiro défice orçamental deste ano?   De 2010?   Qual é a nossa verdadeira dívida pública?  
Que mais revelará uma verdadeira auditoria das nossas finanças públicas?

E finalmente, se o governo e os sucessivos PECs são tão credíveis, por que é que os mercados e os credores estrangeiros não acreditam em nós?   Se o governo e os sucessivos PECs são de confiança, por que é que não pedimos ao BCE para deixar de comprar a nossa dívida pública?   Se o fizéssemos, e se os leilões de dívida tivessem procura e fossem bem sucedidos, haveria melhor prova de credibilidade e de confiança junto dos credores internacionais?

É óbvio que isso não irá acontecer e iremos passar mais 2 ou 3 semanas a fingir que este PEC é que é, e que as reformas apresentadas são as precisas para resgatar a economia nacional da maior crise das últimas décadas.  
Só que, como é evidente, daqui a umas semanas, ou daqui a alguns meses, o cenário repetir-se-á:   as derrapagens continuarão, teremos um novo PEC, um novo apelo à solidariedade europeia, bem como novas acusações de que os outros é que são irresponsáveis se não aprovarem as medidas de austeridade deste governo tão "responsável".

Por todas estas razões, e por causa de todos os lamentáveis legados que este governo nos irá deixar, é mais do que hora de dizer basta.   É chegada a hora de dar voz aos portugueses e marcar eleições.  
Não, não digo isto porque a oposição está a "salivar" pelo poder.   Quem estiver a salivar para ser governo não percebe a verdadeira gravidade da situação nacional.   Quem estiver a salivar para chegar ao poder, não entende os riscos que o próximo executivo irá ter de correr para tentar conseguir resolver os nossos gravíssimos problemas económicos. 
 
Graças a este governo, o próximo governo terá de enfrentar a situação económica mais adversa dos últimos 120 anos, quando Portugal foi forçado a declarar bancarrota.   Por isso, a governação será extremamente difícil, tumultuosa até.

Porém, não há volta a dar.   O país não se pode dar ao luxo de manter um governo tão irresponsável e tão incompetente no poder.   A verdade é que este governo falhou em toda a linha.   E se permanecer no poder muito mais tempo, é simplesmente inevitável que Portugal entre em incumprimento nos próximos 2 anos.   É bem possível que uma reestruturação da dívida aconteça de qualquer maneira.   Porém, quanto mais este governo irresponsável e incompetente ficar em funções, mais irreversíveis vão ser os danos à economia nacional.

No dia 25 a eventual ajuda da União Europeia ficará definitivamente conhecida.   No dia seguinte, os partidos da oposição deviam juntar-se e marcar uma data para censurar o governo.   É chegada a altura de dizer basta.   Basta de irresponsabilidade.   Basta de incúria.   Basta de incompetência.   É chegada a hora de dar a voz aos portugueses.   Os eleitores que decidam se o rumo dos últimos anos nos irá mesmo levar a um país melhor e mais próspero.
 
(Texto DAQUI.  Imagens e sublinhados acrescentados por mim)
 
 
...façam as malas e partam.   Para sempre.   Já fizeram o pior que puderam!...
 

"O País afunda-se numa bancarrota vertiginosa, tão vertiginosa que a estabilidade em si não vai resolver absolutamente nada.   O que faz com que o caso português seja um problema gigantesco é o facto de não se vislumbrar qualquer espécie de solução para ele, nem cá dentro nem na Europa.   E além disso, com este Governo e este Partido Socialista, nenhum entendimento entre partidos poderia resolver seja o que for.   O Partido Socialista sempre se encarregaria de o sabotar por impotência, incompetência e má-fé, com os pistoleiros do costume a dispararem à queima-roupa no faroeste em que isto está a tornar-se."   (Vasco Graça Moura, in DN)


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quarta-feira, 9 de março de 2011

CAVACO VERGASTA, PUNE, DENUNCIA - É o despertar de 5 anos a assobiar para o ar!...


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...e que as palavras não fiquem mudas!  - ou atiradas ao vento!...


Cavaco tirou das tripas um dos discursos mais contundentes da História Portuguesa recente contra um dos Governos mais danosos da mesma História centenária, quase milenar.   Bem nos cornos, aliás, da Situação socialista-socratista, última emanação do mais podre modo de fazer política, às ocultas, sem transparência, sem limpidez, sem verdade, e que deve ser abolido.   O que o Presidente disse incomodou o veneno vigente e há um burburinho mal-fodido no Hemiciclo entre situacionistas, instalados, pesados e inflados de privilégios no seu adormecimento ronceiro.   Ainda não lhes assomou nenhuma vergonha pelo mal que nos fizeram e fazem, pela captura e manipulação da democracia subvertida e distorcida a seu favor e contra nós.  
Hoje Cavaco disse tudo, galvanizou, mostrou acreditar na força da rua, afinal, da juventude exilada cá dentro e empurrada lá para fora.   Ainda bem.  

(Texto daqui: P. REX)
 


Há limites para os sacrifícios que se podem exigir ao comum dos cidadãos


O senhor engenheiro relativo amansou o animal feroz e conseguiu reagir com alguma diplomacia ao discurso de posse do Presidente da República.   Mas os seus subordinados não conseguiram esconder o que lhes ia na alma e no estômago.   Percebe-se porquê.   Detestam a verdade e a realidade.   Não gostam que alguém lhes diga na cara que esta foi uma década perdida.   Odeiam que alguém lhes diga que há limites para os sacrifícios que se podem exigir aos cidadãos comuns.   Ficam verdes de raiva quando alguém lhes diz para esquecerem de uma vez por todas os TGV e outros investimentos megalómanos.   E renegam quem lhes diz para pensarem uma vez na vida nas pessoas.   Os jovens podem estar à rasca.   Mas ontem quem ficou de rastos foi este Governo do PS.   Os nossos miseráveis.

(Por: António Ribeiro Ferreira, in Correio da Manhã online -10/03/2011)


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terça-feira, 8 de março de 2011

Mesmo sem Carnaval... tão bem que se aplica ao senhor 'Soisa'! – o Pinto!...

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...a matéria em questão chama-se 'caca'...

A história é verdadeira.   Estes versos foram ditos pelo próprio, segundo creio, num jantar de Carnaval, em 1934.   O Ministro visado detinha a pasta da Agricultura do governo de Salazar e chamava-se Leovigildo Queimado Franco de Sousa.   O autor dos versos era alentejano, de Évora (?), chamava-se João Vasconcelos e Sá e era avô do fadista Pinto Basto.  (Poema cedido pelo Prof. Galopim de Carvalho)


E X P O S I Ç Ã O

Porque julgamos digna de registo
a nossa exposição, senhor Ministro,
erguemos até vós, humildemente,
uma toada uníssona e plangente
em que evitámos o menor deslize
e em que damos razão da nossa crise.

Senhor: Em vão, esta província inteira,
desmoita, lavra, atalha a sementeira,
suando até à fralda da camisa.
Falta a matéria orgânica precisa
na terra, que é delgada e sempre fraca!
- A matéria, em questão, chama-se caca.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.

Se os membros desse ilustre ministério
querem tomar o nosso caso a sério,
se é nobre o sentimento que os anima,
mandem cagar-nos toda a gente em cima
dos maninhos torrões de cada herdade.
E mijem-nos, também, por caridade!

O senhor Oliveira Salazar
quando tiver vontade de cagar
venha até nós solícito, calado,
busque um terreno que estiver lavrado,
deite as calças abaixo com sossego,
ajeite o cú bem apontado ao rego,
e... como Presidente do Conselho,
queira espremer-se até ficar vermelho!

A Nação confiou-lhe os seus destinos?...
Então, comprima, aperte os intestinos;
se lhe escapar um traque, não se importe,
quem sabe se o cheirá-lo nos dá sorte?
Quantos porão as suas esperanças
n'um traque do Ministro das Finanças?...
E quem vier aflito, sem recursos,
já não distingue os traques dos discursos.

Não precisa falar! Tenha a certeza
que a nossa maior fonte de riqueza,
desde as grandes herdades às courelas,
provém da merda que juntarmos n'elas.
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.

Adubos de potassa?... Cal?... Azote?...
Tragam-nos merda pura, do bispote!
E todos os penicos portugueses
durante, pelo menos uns seis meses,
sobre o montado, sobre a terra campa,
continuamente nos despejem trampa!

Terras alentejanas, terras nuas;
desespero de arados e charruas,
quem as compra ou arrenda ou quem as herda
sente a paixão nostálgica da merda...
Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.

Ah!... Merda grossa e fina! Merda boa
das inúteis retretes de Lisboa!...
Como é triste saber que todos vós
andais cagando sem pensar em nós!
Se querem fomentar a agricultura
mandem vir muita gente com soltura.
Nós daremos o trigo em larga escala,
pois até nos faz conta a merda rala.

Venham todas as merdas à vontade,
não faremos questão da qualidade.
Formas normais ou formas esquisitas!
E, desde o cagalhão às caganitas,
desde a pequena poia à grande bosta,
de tudo o que vier, a gente gosta.

Precisamos de merda, senhor Soisa!...
E nunca precisámos de outra coisa.



Nota do blogue: - Tanto pediram, tanto insistiram...  que 80 anos depois um outro senhor 'Soisa' - o Pinto - atendeu o pedido e nos encheu tanto de merda que hoje se não vê outra coisa à volta e a perder de vista!  E é atolados nela - a merda - que este país irá viver as próximas décadas!... 

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sábado, 5 de março de 2011

Sócrates chamado a Berlim - ainda o filme (parte III)

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É o 'beijo da morte' de Angela Merkel.   Será que ele percebeu?

Quando tudo está contra nós, tendemos a procurar o conforto dos que nos amam ou dos que nos podem dar a mão.   Não contando o afecto para este campeonato, Sócrates foi a Berlim procurar mão amiga.   E, por um tempo que ninguém consegue adivinhar, conseguiu - não a amizade ou a mão mas um novo fôlego.   Que pode ser o último.

O processo - este processo que vai longo - está cheio de percalços e frustrações.   Recuemos apenas um ano, o último.   Foi-nos dito que era essencial para os mercados acalmarem e nos olharem com algum respeito.   E o que é que era preciso?   -Termos um orçamento como deve ser, devidamente adequado às circunstâncias.   Ou seja: um orçamento restritivo que acabou viabilizado por Manuela Ferreira Leite.

Durou pouco e Sócrates foi ficando isolado - apesar do tango com Pedro Passos Coelho, além da foto no BlackBerry de Catroga.   O desgaste do poder associado à desconfiança dos mercados foi moldando o curto prazo que hoje asfixia o primeiro-ministro.   Sócrates vai sobrevivendo com recurso aos números que vai soltando sempre que se sente cercado.   E, à medida que a realidade vai desmentindo esses números, vai apresentando outros, num número que produz efeito mas que tem, inevitavelmente, um prazo limitado no tempo.
Em Berlim, Sócrates preparou o cenário.   Vestiu o seu melhor fato, arregimentou o seu ministro de maior respeitabilidade e adornou o take com alguns números pontuais que, para os mais incautos, se assemelham a um brilharete.   Será assim?  - É.  Para consumo interno.

O enredo da ficção é óbvio:   Sócrates fez o seu papel, teve os seus 15 minutos de glória, criou a ilusão de que, no processo de decisão, ele está ao nível de Merkel.   Estes 15 minutos permitem mais 15 dias de desafogo.   Tudo bem, para quem já só pensa no dia seguinte.   A chanceler alemã é a menos ingénua deste filme.   Pressionada pela opinião pública interna e pela lógica partidária, Merkel fez o que mais lhe convinha:  - elogiou Sócrates, tomando como bons os números que ele apresentou.
Ora, se está tudo bem, se este é um homem fiável, não há razões para que a Alemanha - e, quem sabe, o Banco Central Europeu - canalize mais fundos para um país como Portugal.   Este é um assunto encerrado e a chanceler alemã lava as suas mãos.   Mais:   surfa a onda para cortar qualquer efeito de contágio entre o problema português e o espanhol.   Esse sim, de real dimensão europeia.

Sócrates, inebriado pelos elogios, regressou feliz e terá que fazer pela vida.   Sem rede, nem cumplicidades.   Não percebeu o beijo de morte.   Ou será que percebeu?

(Por Raul Vaz, in Económico em 04/03/11) (Imagens e negritos da autoria do blog)


Bem, este foi o guião.   O filme é já a seguir.   Sem "intervalo" e sem direito a pipocas!   Muito menos a bolas de Berlim...

(clicar nas fotos...  para ver o filme em "3D")


 
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sexta-feira, 4 de março de 2011

Este modelo político FALHOU !!! - é urgente assumi-lo e procurar outro!...

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«A situação é de tal forma grave que a troca de Governo já é insuficiente»

A frase é de Rui Rio, presidente da Câmara do Porto e afecto ao PSD, que defendeu ontem a necessidade de reformas profundas no actual regime político, considerando que "a situação é de tal forma grave que uma mudança de Governo já não basta".

"Se houvesse eleições antecipadas, não haveria uma mudança de regime, mas uma mudança no Governo. Isto é de tal forma grave que uma simples troca de Governo é insuficiente", defendeu Rui Rio
O autarca respondia aos jornalistas na apresentação dos "Grandes Debates do Regime", que o município organiza a partir de dia 31.
Sem "reformas profundas, o regime irá à falência de uma forma que ninguém consegue adivinhar", avisou.

Para Rui Rio, a queda do regime não acontecerá de forma "tradicional", mas "de forma pior, com um poder democrático fraco e outros poderes fortes que às vezes nem o rosto se lhes conhece e não se consegue sequer combater devidamente".  (Notícia DN)


É necessário e urgente assumir, duma vez por todas, que este modelo político já nada mais tem para dar!   Acabou!...  
  
O país está claramente na bancarrota, com uma dívida externa do tamanho do PIB (Produto Interno Bruto) e da qual não sairá, na melhor das hipóteses e ainda que numa mudança de regime,  nas próximas 3 ou 4 décadas.  
A qualidade da nossa democracia, avaliada a partir da execrável espécie de políticos que tomaram de assalto este país desde há quase 40 anos;  avaliada a partir da qualidade das leis produzidas no parlamento e do estado da nossa justiça nos tribunais;   avaliada a partir do mar imenso de desempregados (cerca de 700 mil) e das enormes distorções e injustiças sociais que alastram de norte a sul e do interior ao litoral;  avaliada a partir do estado cada vez mais degradado da nossa economia, com uma balança de pagamentos cada vez mais negativa e onde cresce exponencialmente a nossa dívida, a par das importações de bens que não produzimos (e deveríamos);   avaliada a partir de um sistema político onde se eternizaram e se alternam no poder apenas dois partidos (PS e PSD) tendo à volta destes uma meia dúzia de outros sem  expressão e credibilidade  e, entre todos eles  e já tão certo quanto  indiscutível,  aquele  nefando pacto de  propriedade exclusiva do país  por "usucapião", transformado-o numa coutada privada de uma classe que se autodenomina de "superior" e se organiza em grupos de influência e em "seitas secretas" vulgo "lojas maçónicas",   isto  mais não é que uma democracia de farsa que apenas funciona na bocarra e nos bolsos de uma imensa quantidade de chulos, que nunca fizeram outra coisa que não fosse viver sumptuosamente à custa de quem trabalha e de quem paga os impostos!   Todos feitos burros de carga, trabalhando e sofrendo na pele e na alma as faltas que sobram a uma milionária e luxuosa classe política que vive à sua custa e que os explora e os manipula a seu belo prazer!

É chegado o tempo de dizer BASTA!...  CHEGA!...  Que este povo  enganado e maltratado (mas até agora  acomodado), se prepare para exigir dos políticos que eles se reorganizem e se renovem.   Em gente e em criatividade!   Que se reinventem na procura e desenvolvimento de um modelo político que sirva os interesses do país e dos portugueses, e não exclusivamente os seus interesses privados!   Que se proceda de forma a credibilizar a classe política com gente que agora se afasta (por nojo e por vergonha), dando inteira e total prioridade à competência e ao mérito, e não mais à incompetência,  ao oportunismo e  ao amiguismo!  O tempo urge e  já escasseia.  
Se quisermos manter a nossa integridade e a nossa independência vamos ter que lutar por ela.   Exigi-la a todo o custo.   Tenho para mim que o próximo dia 12 de Março será apenas o primeiro de muitos que se seguirão.  Um balão de ensaio neste laboratório que é Portugal.   Atrás deste muitos outros virão, cada um mais exigente que o anterior, até à extinção desta estirpe de gente sem princípios e sem vergonha, que há muito deveria ter sido erradicada como praga que se instala, alastra e tudo come!    Até se obter um sistema político a que verdadeiramente se possa chamar de "democrático"!   E não esta criminosa, odienta e vil palhaçada travestida de democracia!...


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Adenda: - Embora se trate de uma brincadeira usando o discurso de Kaddafi em árabe, alguém legendou este vídeo com um texto em português, perfeitamente contextualizado e adaptado à realidade actual em Portugal.   Vale bem a pena perder os 5 minutos que dura o vídeo e em que "Kaddafi" (por ironia) corporiza a figura de um denunciante do sistema corrupto português, já que nele são ditas verdades incontestáveis que nos fazem reflectir maduramente.




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quinta-feira, 3 de março de 2011

Um "aventalinho" em Belém? De saco cheio entrou, vazio o trouxe ao sair...

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Bem "apertado" durante a campanha...  finalmente o presidente  já  " é "  Presidente!  Safa...   depois de 5 anos a assobiar para o ar, já era tempo!  Isto a propósito de...

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'Face Oculta' - Cavaco manda calar Noronha


O Presidente da República ficou altamente incomodado com as ameaças feitas ao juiz Carlos Alexandre por não destruir as escutas de José Sócrates.

(Por: António Ribeiro Ferreira /J.F. - 02 Março 2011)

Foi uma audiência dura ontem à tarde em Belém.   Tão dura que Noronha Nascimento foi obrigado, à saída, a dizer aos jornalistas que o seu despacho da semana passada sobre as escutas de Sócrates no processo ‘Face Oculta’ foi mal interpretado.   O Presidente da República não deixou margem para dúvidas.   O comportamento do presidente do Supremo Tribunal de Justiça foi altamente condenável, e neste momento conturbado da Justiça e do País o melhor é os seus responsáveis ficarem calados.

Cavaco Silva ficou particularmente incomodado com as ameaças ao juiz Carlos Alexandre, aos assistentes do processo e até a penalistas, como Costa Andrade, que têm contestado a posição de Noronha Nascimento de ordenar a destruição de todas as escutas envolvendo o primeiro-ministro.

O presidente do Supremo Tribunal de Justiça negou no final da audiência com Cavaco Silva qualquer intenção de proceder disciplinarmente contra o juiz do Tribunal Central de Acção Penal.   Mas no texto divulgado na semana passada Noronha Nascimento é muito claro na ameaça de processo disciplinar ao juiz Carlos Alexandre, responsável pela instrução do caso ‘Face Oculta’, que não obedeceu à sua ordem para destruir as escutas entre Sócrates e Armando Vara:   "Há hierarquia entre tribunais porque é sobre ela que assenta o sistema de recursos, daí que o não cumprimento por tribunal inferior da decisão proferida em recurso dê origem a procedimento disciplinar do juiz que não cumpre."

FIZERAM  "LEITURA ERRADA"
"O tema das escutas não foi abordado."   A garantia foi dada por Noronha Nascimento à saída da audiência em Belém.   O presidente do Supremo Tribunal de Justiça fez porém questão de sublinhar que foi feita uma "leitura profundamente errada" do despacho em que reitera a ordem de destruição das escutas que envolvem o primeiro-ministro José Sócrates, garantindo que não ameaçou o juiz Carlos Alexandre com um processo disciplinar nem jornalistas e magistrados de Aveiro.   Sobre a audiência, que durou cerca de uma hora, Noronha Nascimento afirmou que foram debatidas questões como o funcionamento dos tribunais e a morosidade da Justiça, e que Cavaco Silva mostrou particular preocupação com "a acção executiva e a formação de juízes no Centro de Estudos Judiciários".

-(Também publicado AQUI)
-(NOTA:  imagens colocadas pelo blogue)

A propósito deste mesmo assunto, também uma leitura "interessante" neste artigo do 'josé' na Porta da Loja.



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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

De regresso ao Parlamento - "Olívia criada" vs "Olívia patroa"!

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Palavras para quê?   Só mesmo um artista português para defender com tanta veemência e descaramento "uma coisa e o seu contrário", conforme se encontre dum lado ou doutro da "barricada".  E quantas vezes até do mesmo lado!  Sempre igual a si próprio ao longo dos tempos, eu pasmo com uma tão incrível quanto abominável capacidade teatral de corporizar, no mesmo tom e com a mesma intensidade, os dois papeis antagónicos da "Olívia-criada" e da "Olívia-patroa".   Promessas de "gelo quente"...  é aquilo que mais temos ouvido nos últimos 6 anos





- (Fonte:  31daArmada)
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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Porque hoje é sábado... desvendado o "mistério" da conchinha...


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Agora que o Carnaval se aproxima, vale a pena desvendar aqui o mistério que sempre me intrigou:  - como raio é que as mocinhas seguram aquelas conchinhas, chamadas de "tapa-sexo"?   Será com linha invisível?   com cola?   com um "piercing"?   Ou...  terão elas algum segredo mais "escondido"?...

Nem mais...  é mesmo um "segredo bem escondido"!   Tanto que só elas o sabem!  E por isso elas tanto saltam...  e se mexem e remexem e tanto se rebolam!   Sempre com aquela cara de alegria e de prazer inesgotáveis!   Pudera!...

Danadas que elas são!...  Peritas na arte da dissimulação, elas aproveitam e rentabilizam sempre tudo em seu benefício.  Enquanto os papalvos passam horas de pé ao sol e a bater palmas, elas aproveitam para ir "batendo" mais qualquer coisa...  numa espécie de movimento perpétuo de auto alimentação das "baterias"...   Daí que pareçam sempre tão frescas e de "pilhas" carregadas!...



sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

"Uma máfia com experiência na maçonaria" - (Henrique Neto)

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Juiz Carlos Alexandre perde «grandes processos»

O Governo quer retirar ao juiz Carlos Alexandre metade dos grandes processos de corrupção e grande criminalidade no Estado, com base em estatísticas falsas, que criam a necessidade artificial de nomear um segundo juiz. (Notícia TVI)




(...) 
O titular do Tribunal Central, nos últimos anos, foi o responsável pela maioria das buscas e ordens para julgar políticos, banqueiros e grandes empresários. Carlos Alexandre foi o juiz que autorizou buscas para apurar suspeitas de corrupção no processo Freeport, que permitiu ao Ministério Público invadir os maiores bancos e grupos económicos no Processo Furacão, que prendeu Oliveira e Costa e pronunciou todos os arguidos dos processos Portucale e das contrapartidas pela compra dos submarinos.
Agora, o magistrado vai deixar de ser o titular exclusivo do Tribunal Central de Instrução Criminal. Este projecto do Governo, que visa reorganizar os tribunais de Lisboa, propõe a redução de 63 juízes na nova comarca da capital mas, contra a corrente, a nomeação de mais um para o Tribunal Central.
Obviamente isto é muito grave e as pessoas estão distraídas. Mas o Governo não está. Seria interessante saber o que pensa do presidente do CSM que é o mesmo do STJ sobre este assunto.  (josé, no Conta na Loja)


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A minha alma está parva... uma praia em Mangualde!...

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    (A praia artificial de Mangualde na actualidade, aberta e já construída)


Uma praia em Mangualde!

Depois desta  decisão da autarquia de Mangualde - uma praia artificial, onde não faltará sequer a água salgada, as núvens e até o céu azulado, já tudo é possível.   Em contraponto, estou aqui a pensar em lançar também uma campanha para "Uma pista de gelo em cada praia do litoral, a funcionar durante o verão!"   Com neve trazida directamente dos Alpes suissos.   Porque não?...

Entretanto, eis algumas fotos deste sonho aquático das terras quentes do interior.    E mais, se a moda pega, não tarda teremos, não apenas esta, mas muitas destas praias artificiais, uma em cada concelho do interior!   Prevejo até que o litoral se irá despovoar no verão, deixando o mar e as praias para ir mergulhar nas climatizadas águas salgadas das "praias do interior"!   Crise... qual crise?...   E viva o Verão!

(Clique na imagem para...  sentir a "maresia" da Praia de Mangualde)

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