domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Belo... em duas rodas (Yamaha Teneré 2010)

Esplêndido video sobre o lançamento da Super-Téneré 2010.  Vale a pena vê-lo em écran total e com o volume de som no máximo!



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O Belo... em duas rodas (BMW 1200 GS)

Extraordinária Curta-Metragem, de rara beleza!  O melhor que vi até hoje sobre o tema das duas rodas!  Rodado em HD, vale a pena vê-lo em écran total e com o volume de som no máximo!


Around the world

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O fim da linha...


O Jornal de Notícias não publica hoje (1/2/2010) a habitual crónica de Mário Crespo. O texto de opinião aborda um encontro, onde Crespo foi referido por membros do Governo como um «problema» que tinha de ter «solução».

Claro que era só uma questão de tempo... até o Mário Crespo ser corrido do Jornal de Notícias!
Há quem conviva muito mal com a liberdade em geral e a de expressão em particular!
Eis a crónica... que não chegou a sê-lo:







O Fim da Linha
26/01/2010. Dia de Orçamento.

"O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.
Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”.
Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.
Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.
Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”.

É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.
Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.
Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”.

Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.
Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.
O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.
O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.
Foi-se o “problema” que era o Director do Público.
Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada."

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.
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Roto... por todos os lados!

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Num país que está ROTO POR TODOS OS LADOS, já não havia mais nenhuma URGÊNCIA para tratar a não ser a Lei dos casamentos homossexuais!!!...

Urgente, necessária e oportuna, ou... SIMPLES PROVOCAÇÃO?

O melhor mesmo é tentar amenizar este meu espírito de "lutador das causas perdidas", anunciando-vos que acaba de ser criado mais um "Movimento" das mulheres.

Irritadas com a aprovação desta lei e com o facto de cada vez existirem mais gays, as mulheres portuguesas finalmente foram à luta e lançaram uma campanha com a distribuição em massa desta T-shirt:



Apressem-se a fazer as encomendas... ou ela vai esgotar-se!...

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Os orgasmos da Clara...





As portas do Centro Cultural de Cascais abriram-se no dia 08-01-2010 para revelar uma exposição 'única'. Fotografada pelo seu companheiro, Pedro Palma, a bióloga e professora universitária, Clara Pinto Correia, dá a cara pelos orgasmos retratados nas dez fotografias que constituem a mostra ‘Sexpressions’!

De facto, este foi um dia histórico para Portugal: - Clara Pinto Correia, a diva escultural, a escritora talentosa, a investigadora que plagia, como ninguém, artigos de outras revistas, a vice-reitora de uma pseudo-universidade portuguesa, foi para Cascais expor os seus tão belos quanto execráveis orgasmos.

Para dar a saborear a profundidade de toda a sua estética e aquela sua profunda sensualidade aos homens machos deste país e às mulheres que ainda não sabem fingir decentemente um orgasmo, ela decidiu expor o ridículo da sua pessoa em suporte fotográfico.

Tudo isto seria patético e hilariante, se não fosse real. Porque ela está convencida que aquilo é Arte. Porque ela está convencida que ficámos todos com água na boca, ansiosos à espera de uma segunda série! E o hilariante vira vómito!...


Pena que o Centro Cultural de Cascais se tenha esquecido de sonorizar as fotos, porque, como fundo musical da exposição, ficaria a matar uma banda permanente com o ruído de uma manada de hipopótamos, quando acasalam nas águas lamacentas e cheias de bosta de um qualquer lago africano, ou, talvez... os latidos de uma matilha de cadelas com o cio, num qualquer canil municipal.

Num país que já perdeu a vergonha e onde os valores morais foram espezinhados, cedendo o lugar ao execrável e aos conceitos de baixo nível a partir das cúpulas, já tudo é permitido. Até mesmo uma exposição dos grotescos orgasmos da Clara!

As "amplas liberdades" de agora, tomadas assim à letra, sem filtros estéticos, sem critérios de qualidade, sem quaisquer sentidos de maturidade e de bom senso, resultam neste cocktail promíscuo da mediocridade actual de toda a nossa sociedade.

A Cultura, a Decência e o Bom Senso desta Nação precisam, com urgência, de ser violentamente reabilitados.


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O Palhaço!






 (in JN - 2009-12-14 )

O Palhaço!...    

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço. 

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Fresquinho... para o verão !

Making of BAGUS MOVIE - Indonesia from Ne3ko - Claps on Vimeo.


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Um povo imbecilizado e resignado...



Decorria o ano de 1896, catorze anos antes da Implantação da República, que Guerra Junqueiro escreveu o livro “Pátria”. Uma das suas obras mais polémicas e que é um ataque à dinastia de Bragança, na figura de D. Carlos:

«O estado é o rei. Cidadão há um único: D. Carlos. Os deveres são nossos, os direitos, dele. (...) A justiça é um relógio que ele atrasa, adianta ou faz parar, segundo lhe dá na vontade. Decreta a lei e nomeia o juiz. O parlamento é o seu capricho.»

«Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas; um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.»

«Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.»

«Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; (...) A justiça ao arbítrio da Política, torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.»

«Liberdade absoluta, neutralizada por uma desigualdade revoltante, o direito garantido virtualmente na lei, posto, de facto, à mercê dum compadrio de batoteiros, sendo vedado, ainda aos mais orgulhosos e mais fortes, abrir caminho nesta porcaria, sem recorrer à influência tirânica e degradante de qualquer dos bandos partidários;»

Tudo isto escreveu Guerra Junqueiro um século atrás... no apodrecer da Monarquia e no dealbar de uma República em que todos depositavam as melhores esperanças.
Haveria de ser por este estado de coisas que, catorze anos mais tarde, se haveria de implantar a República, tal era o descontentamento geral do povo e dos políticos, dos intelectuais e dos militares.
Mas... tal estado de coisas nunca se alterou com a implantação da República! Antes se agravou até ao que dele conhecemos hoje.

Hoje, tal como há um século atrás, nada se alterou, nem o povo nem os políticos. Principalmente estes!
Eça de Queiroz haveria de escrever mais tarde: -"Os políticos e as fraldas devem ser mudados com frequência, e pela mesma razão!"
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Vem, "amigo" BERLUSCONI...

Vem, "amigo" BERLUSCONI... quando os média, os tribunais, os políticos e a opinião pública, aí em Itália, não te largarem o pé... quando todos aí te quiserem fazer a vida negra, vem... vem para aqui limpar o teu cadastro, que ISTO AQUI é um Paraíso!!!

Poderás continuar a ser tu próprio... podes continuar a fazer tudo o que te der na real gana... e tudo o mais que tu possas vir a imaginar... que aqui terás um permanente acolhimento de 5 estrelas... com direito a toda a Impunidade!!!...
E até, com um pouquinho de sorte, te poderás candidatar a uma condecoração, quiçá mesmo... até a um avental !...

Vem... que este país está preparado para te acolher de braços abertos! Aqui... serás apenas "mais um"... grande!
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Portugal é um país geométrico!...

É rectangular, e tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas por bestas quadradas!

A diferença entre Portugal e a República Checa, é que esta tem o governo em Praga, e Portugal tem a praga no governo!

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O Princípio de Peter ou... a tartaruga em cima do poste!

(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)

O Princípio de Peter, em Administração, pode ser resumido no enunciado:

"Num sistema hierárquico, todo o funcionário tende a ser promovido até ao seu nível de incompetência." (no original, em língua inglesa, 'In a hierarchy, every employee tends to rise to his level of incompetence').

Histórico:
Formulado por Laurence Johnston Peter (1919–1990), antigo professor na University of Southern California e na University of British Columbia, o Princípio de Peter tornou-se famoso com a publicação da obra homónima, de 1969, hoje considerada como um clássico na área da gestão empresarial.

O Princípio:
Segundo o autor, nas organizações burocráticas, hierarquicamente estruturadas, os funcionários tendem a ser promovidos até ao seu "nível de incompetência".

Através de várias observações e exemplos, o autor demonstra que os funcionários começam a trabalhar nas posições hierarquicamente inferiores. Quando, porém, demonstram competência nas tarefas desempenhadas, por via de regra são promovidos para graus superiores. Esse processo mantém-se, até que esses funcionários atinjam uma posição em que já não mais são "competentes", isto é, capazes de desenvolver a contento as tarefas.

Como a "despromoção" não é um mecanismo habitual, as pessoas permanecem nessas posições, em prejuízo da organização a que pertencem. A isto Peter denomina de "nível de incompetência" - o grau a partir do qual as pessoas não têm competência para a posição que ocupam.
As Hierarquias são como as prateleiras… Quanto mais altas mais ineficazes se tornam….


Por isso mesmo este país está recheado de "Tartarugas em Cima dos Postes":

- a gente não entende como ela chegou lá;
- a gente não acredita que ela esteja lá;
- a gente sabe que ela não subiu para lá sozinha;
- a gente sabe que ela não deveria nem poderia estar lá;
- a gente sabe que ela não vai conseguir fazer absolutamente nada enquanto estiver lá;
- a gente sabe que tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá!

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Os Ovinhos...


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Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas 'partes'.
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
- Por que é que não me deixas depilar os teus 'ovinhos', pois assim eu poderia fazer 'outras coisas' com eles.
Aquela frase foi igual a um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam 'outras coisas'. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as 'outras coisas', não tive argumentos para negar e concordei.


Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.

Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de 'dona da situação' que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.

Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.


Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. 'tolas' já estava todo 'pimpão' como quem diz: 'Sou o próximo da fila!'

Pelo início, imaginei quais seriam as 'outras coisas' que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?

Porém, alguns segundos depois ela esticou o 'saquinho' para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ' A PUUUUTA QUEEEE TE PARIUUUUUUU', quase gritado letra por letra.

Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!

Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas 'pendurezas'.

Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz merda atrás de merda. Peguei no meu gel pós barba com camomila 'que acalma a pele', besuntei as mãos e passei nos 'tomates'.


Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de 'lavagem checa' e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os 'ditos' como quem abana um pugilista após o 10° round.

Olhei para meu 'júnior', coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.

Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.


Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!

Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.

No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os 'ovos' estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d'antes soprados.

Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.

Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.

Resultado, certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.


(Autor desconhecido)


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Nem são precisas as palavras... tão grave é a mentira!









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Só mesmo uma mulher consegue...

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SÓ UMA MULHER CONSEGUE:




1 - Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
2 - Usar o poder de uma calça jeans para modelar a estrutura do corpo.
3 - Ter crise conjugal, crise existencial, crise menstrual, crise de identidade e crise de nervos!
4 - Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada e mãe do marido.
5 - Lavar a calcinha no chuveiro e depois pendurá-la na torneira.
6 - Rasgar a meia na entrada da festa.
7 - Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo!
8 - Chorar no banheiro, e ficar-se olhando no espelho para ver qual o melhor ângulo.
9 - Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era
tudo tensão pré-menstrual.
10 - Dizer não e não, para ele insistir bastante, e aí já poder dizer sim!



SÓ AS MULHERES ENTENDEM:

1 - Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos.
2 - A diferença entre creme, marfim e bege claro.
3 - Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é
praticamente impossível.
4 - As outras mulheres!




A ORAÇÃO DAS MULHERES:



“Querido Deus,
Até agora o meu dia foi bom:
não fiz fofoca, não perdi a paciência, não fui gananciosa
nem sarcástica,
rabugenta, chata ou irónica.
Controlei minha TPM, não reclamei, não praguejei, não gritei,
nem tive ataques de ciúmes.
Não comi chocolate nem sequer um gelado.
Também não fiz débitos no meu cartão de crédito (nem do meu marido)
e nem passei cheques pré-datados.

Mas peço a Tua proteção, Senhor,
pois estou para levantar da cama a qualquer momento...
Amén!”

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Os 10 tipos de Libido



A terapeuta sexual australiana Sandra Pertot, autora do livro "Os 10 tipos de libido" (ed. Matrix), enumerou os tipos de libido mais comuns entre as pessoas.
Tanto nas mulheres como nos homens, as libidos sensual e erótica costumam ser predominantes. Todavia, existem outros comportamentos sexuais, e descobrir o tipo de libido é fundamental para melhorar as relações sexuais, diz a terapeuta australiana.

SENSUAL - Para o tipo sensual, o sexo é parte importante do relacionamento. Ver que o parceiro está satisfeito na cama aumenta o seu prazer, e o orgasmo não costuma ser o mais importante. O sexo é a expressão do vínculo emocional e uma maneira de reforçar os seus sentimentos pela pessoa amada.

ERÓTICA - Para estes, o sexo é quase um hobby. Este tipo gosta de leituras eróticas, brinquedos sexuais e adora novas experiências na cama. As relações sexuais intensas são importantes para a manutenção do relacionamento. Adoram sentir-se desejados e costumam investir em práticas como o swing e o sexo a três.

DEPENDENTE - O tipo dependente não lida bem com a falta de sexo. Como as relações sexuais são uma forma de aliviar a ansiedade, podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro, principalmente se este não tem um nível de desejo compatível com o seu.

REACTIVA - Quem se enquadra no tipo reativo não costuma pensar em sexo se não estiver numa relação, e a vida sexual acaba sendo ditada pelo ritmo do outro. Valorizam mais o envolvimento emocional.

"POR DIREITO" - Costumam achar que a sua visão do sexo é a 'correta' e não precisam de muita variedade para se sentirem satisfeitos. Podem colocar uma pressão desnecessária no parceiro por terem ideias fantasiosas do que outros casais fazem na cama.

VICIOSA - Quem tem este tipo de libido precisa de novos parceiros para se sentir valorizado. Podem, inclusive, valorizar uma relação estável e 'pular a cerca' de vez em quando. Costumam perder o interesse pelo outro depois da relação sexual.

STRESSADA - O tipo stressado costuma passar por um momento de falta de confiança nas suas habilidades sexuais. Tem medo de não conseguir satisfazer o parceiro e torna-se irritável quando passa por fases de pouco desejo.

DESINTERESSADA - Caracteriza as pessoas que não sentem falta do sexo, mas têm dificuldades em assumir essa faceta. Costumam ter relações sexuais para agradar ao parceiro. Geralmente, são pessoas que nascem já com baixa libido.

DESCONECTADA - Neste tipo, o sexo deixa de ser prioridade. Em circunstâncias ideais, valorizam o sexo, mas basta surgirem exigências excessivas para tenderem a esquecer o prazer sexual.

COMPULSIVA - Neste caso, o sexo não costuma estar ligado a sentimentos. As relações sexuais, em geral, são alimentadas por estados de ansiedade e tensão emocional. Costumam ter certos fetiches e sentem dificuldade de excitação se eles não forem satisfeitos.

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Verão na Noruega!

Summer in Norway from Eva Sturm on Vimeo.

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Afinal... levo ou deixo os patos?

Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:

- Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina, nada.

E o ladrão, confuso, diz:
- Doutor, afinal levo ou deixo os patos?

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Mulher... tema que não esgota!

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Mulher é como um CD; por causa de um lado bom a gente tem de ficar com tudo...

Entre duas mulheres nunca há um diálogo, no máximo um monólogo coletivo.

Mulher é igual a circo. Debaixo do pano é que está o espetáculo.

99% da beleza feminina sai com água e sabão.

Mulher feia vale por duas... porque o marido sempre tem outra.

O melhor movimento feminista continua sendo o dos quadris.

Mulher é que nem um filme, só se revela no escuro !!!

Mulher não tira Carta de Condução... tira porte de arma.

Ladrões levam o dinheiro ou a vida ao homem; as mulheres levam os dois.
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Glorioso Outono!

Autumn Glory from Paul Frederick on Vimeo.

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Momentos de poesia...

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'Adivinha'



Tem qualquer coisa de vivo
Tem qualquer coisa de fruta
Quando quieto, sossegado
Quase ninguém dá por ele
Qual guerreiro antes da luta

Mas que ninguém o desperte
Ninguém o tire do sono
Que ele assim que acordado
Não mais volta a estar quieto
Não se contém o danado
Nem deixa descanso ao dono
E é vê-lo então que, de inerte
Depressa lhe passa o torpor
E de dormente a arrebitado
É vê-lo atingir seu esplendor

Erecto, em toda a sua pujança
E em posição majestosa
Dominador, irreverente
Sempre pronto à implicança
Não desiste e vai tentando
Chegar à parte gostosa

Provocador e metediço
Não deixa as coisas por menos
Não se contenta sem dança
Tem vida própria o castiço
E na cabeça sensações
E ora entra ora sai não se tem
E em tais naturais excitações
Muitas vezes ele se vai
Quantas vezes... ele se vem!

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Momentos de... reflexão!

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O CACHORRO E O AÇOUGUEIRO

Um açougueiro estava na sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, e foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Pegou no bilhete e leu:
- 'Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado....
Então olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 20 euros. Pegou no dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica juntamente com o troco, e pôs de novo na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e, como já era mesmo hora de fechar, decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou numa casa e pôs as compras na calçada. Então, recuou um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. O cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi então quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até ao dono da casa e tentou impedi-lo, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que é que você está a fazer? O seu cão é um génio!'
Resposta do homem:
- 'Um génio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História: Podes continuar excedendo as expectativas, mas, para os olhos de alguns, estarás sempre abaixo do esperado. Se quiseres testar o caráter de alguém, dá-lhe o poder.
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Momentos... na Assembleia!

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"O acto sexual é para ter filhos", disse na Assembleia da República, no dia 3 de Abril de 1982, o então deputado do CDS João Morgado num debate sobre a legalização do aborto.

Em resposta, Natália Correia (à data também deputada) escreveu um poema, publicado no Diário de Lisboa dois dias depois, tendo feito rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, e levado à interrupção dos trabalhos parlamentares.



"Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado."

( Natália Correia )

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O meu último corte de cabelo!



Ontem fui, pela primeira vez, ao “Unissexo”. Ao barbeiro. Ao barbeiro não, ao cabeleireiro... cabeleireiro?! ...bem, aqueles sitios onde a gente se “mistura” para cortar os cabelos. Nunca tinha experimentado, mas... tal como noutras, também nestas coisas eu não gosto de morrer estúpido...
A semana passada tinha-me encontrado no elevador com o João Vitor, um amigo de longos anos, que, a propósito não sei já de quê, me havia falado, com um bem humorado entusiasmo, do tal local “Unissexo” e de uma tal “Lili” que o havia servido (no corte do cabelo, entenda-se...).
Bem, eu devo dizer que sou muito conservador em certas coisas e não sou muito dado a experiências novas (excepto algumas...), pelo menos naquelas que “mexem” com a minha integridade capilar.
Todavia, e depois de todo aquele entusiasmo do João, deixei os pergaminhos de lado e lá fui procurar o tal tão “entusiasmante” Unissexo. Dei com ele facilmente, pois claro, numa loja do “Shopping”. Espreitei pela porta envidraçada e, um pouco inibido, lá entrei por fim, arrojada e decididamente. Um pouco encavacado, como quem está em local “proibido”, lancei de relance, primeiro um olhar à clientela que, por acaso, eram só duas meninas, e sentei-me num dos lugares livres.

Puxei duma revista como se estivesse perfeitamente à vontade, e comecei uma leitura sem nada ler, que o que eu queria mesmo era saber onde estava a tal Lili. Assim que consegui soltar-me um pouco e levantar os olhos da revista, muito disfarçadamente varri com os olhos as três artistas da tesoura. Uma delas, nem falar… com aqueles cabelos multicolores à freak, não poderia ser a Lili. Das outras duas, uma era bastante p’ro gordinho, de braços curtos e um pouco baixinha, o que a tornava ainda mais gorda e com nenhumas possibilidades de ser candidata a Lili. Além disso, com um par de seios a atirar p’ro grande e que, só com grande ginástica e perícia a sua dona conseguia manter, parte deles, dentro duma Tshirt de tamanho “S”, quando a sua medida deveria ser, certamente, o “XXL”... deixando, assim, desnudadas e tremelicantes, aquelas duas grandes massas arredondadas.

A outra artista... Oh! alvorada do amanhecer!… -Bem a outra era um belo exemplar daquilo que o Criador, só quando está bem disposto, consegue fazer. Para regalo dos nossos olhos. E não só! -morena, bonita, dengosa, bem pintada, de olhos alegres e bem falante, aí pelos 27-28... enfim, era esta, concluí definitivamente, a tal Lili, sem dúvida.
Caramba, aquele João Vitor também não perde uma, pensei. -Bolas... aquele gajo é tramado!
A certa altura aproxima-se um puto que me pergunta: -tem preferência? Primeiro não entendi, mas logo me recompuz e respondi-lhe, de imediato e com toda a convicção: - Sim, sim, a Lili. Claro, quem mais quereria o puto que fosse? Ele apontou qualquer coisa num bloco e afastou-se.
Cerca de uma hora e de uma meia dúzia de revistas depois, profundamente embrenhado e sonhando já com as sensações por que iria passar, ali sentado naquela cadeira rotativa, bem juntinho e cheirando o perfume daquela deusa da tesoura, sentindo já cada tesourada como se de uma carícia de Afrodite se tratasse, volta-me novamente o puto, chamando-me para me sentar na cadeira. -Qual cadeira? perguntei, -Eu disse que queria a Lili, pá, e essa ainda está ocupada!
Torna ele -Mas a Lili é esta, apontando-me a cadeira vazia da “gordinha”. -Então a Lili... não é... -Não, respondeu ele, aquela ali é a Mafalda.


Oh! Crepúsculo do anoitecer! -Isto não podia estar a acontecer-me a mim... mas que mal fiz eu a Deus?
Contrariado e com uma vontade danada de sair porta fora, lá me sentei na maldita cadeira, com aquela mesma vontade e disposição com que me sento na do dentista. E, já que tinha que ser, entreguei-me… e ainda eu não sabia o que me esperava!
Enquanto a Mafalda, ao lado, toda ela se mexia, e falava, e ria, esta, a tal Lili perguntava apenas:
-Então como vai ser? -Oh! minha filha, olhe, normal! disse eu. Acho que ela entendeu porque não perguntou mais nada, atirando-se a mim à tesourada. A certa altura, pergunta-me:
-Também quer por cima? (!?!) -Claro, respondi, já agora de todos os lados... não há nada como experimentar tudo... pensei!
E é então aqui que as coisas começam a aquecer... é então que ela, a Lili, me vira para ela, pela esquerda e quase de frente, me agarra na cabeça como se agarrasse um vaso de plantas e me encosta a minha cara ao peito dela.


Baixinha como a artista era, a minha visão estava agora confinada apenas a duas grandes bombocas, que tremelicavam a cada movimento da tesoura. -Oh! diabo, pensei, o que é isto? Então e agora o que é que eu faço? O que é que é suposto fazer agora? continuei a pensar. E a pensar também como é que havia de respirar... porque, à medida que ela ia progredindo no corte por cima, mais me empurrava a cara contra aqueles grandes seios semi-desnudados, até que, em dado momento e já com o nariz enterrado naquelas massas moles, mexi um pouco a cabeça para libertar uma das narinas, e logo: -Quietinho com a cabeça! disse ela. -Mas eu tenho que respirar, querida, respondi. Ela nem me ouviu, ou fez de conta, não sei, e continuou. E eu continuei com o nariz enfiado... bem no meio.

Oh! meus amigos! vocês sabem como é... que ninguém é de ferro, e a minha “impaciência” já se não continha e estava a ficar demasiado... volumosa! Tanto que comecei a ficar preocupado, envergonhado até, pois que tanta “impaciência” começara já a tornar-se demasiado... visível!
Tentei, lá como poude e sem me mexer, encaminhar as mãos, muito devagarinho como se nada fosse e sem despertar as atenções, para o local onde pudesse, dissimuladamente, esconder toda aquela minha “impaciência” que me atrapalhava ainda mais, mas... uma vez mais a voz seca dela (que não condizia nada com o toque “soft” dos seus atributos) me despertou dos meus intentos: -Não mexa a cabeça, por favor! Confesso que, já meio irritado, me apeteceu perguntar-lhe a qual delas se referia ela, mas serenei.


Francamento vos digo, eu já não sabia de que cor estava. Acho que já tinha passado por todas elas... e o meu nariz continuava ainda onde não deveria estar. E continuava, agora ainda mais, a precisar de respirar. E como se isto não bastasse já, oh! minha Nossa Senhora... sinto ainda neste momento alguém pegar-me na mão direita, que se encontrava sobre a esquerda e no local onde, estrategicamente, as tinha podido colocar, no intuito de esconder a tal “impaciência”. Era agora a “manicure” - a Arlete - que me perguntava: -Vamos arranjar estas unhas? -Que nada, respondi, estou com pressa, vamos deixar para a próxima! E tornei a por a mão no mesmo sítio...

Bem, já não me lembro muito bem quanto tempo a Lili demorou a acertar-me o cabelo por cima. Só sei que foi muito... demais, e eu transpirei por todos os poros. Só uma coisa vos garanto: -nunca mais volto ao “Unissexo”. A este ou outro qualquer. E quando tornar a encontrar o João Vitor, prego-lhe com duas cervejas na tromba. Que isto não se faz a um amigo!

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Moral da história... anda sempre com eles no carro!...


Eu era feliz... A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar. Só havia uma coisa que me chateava, era a irmã mais nova dela. A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava mini-saias e grandes decotes... Tinha a mania de vir abaixar-se bem perto de mim, e muitas vezes até tive visões agradáveis do que a sua roupa interior escondia.

Um dia ligou-me, convidando-me para ir ver os convites do meu casamento.
Chegado lá, começou ela com uma lenga-lenga, que em breve eu estaria casado, que ela tinha sentimentos e desejos por mim, que não conseguia e nem queria esquecer. Enfim... ela queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar.

Eu fiquei em estado de choque e nem consegui dizer uma palavra. Ela disse então:

- Vou lá para cima para o meu quarto, se quiseres só tens de subir e ir lá ter comigo...
Fiquei atónito. Estava congelado enquanto a observava a subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, tirou a cuequinha e atirou-a pela escada para mim. Eu fiquei estarrecido e parado por um momento... então virei-me e fui directo para a porta da frente. Abri a porta rapidamente e saí da casa.
Caminhei determinado em direcção ao meu carro.

O meu futuro sogro estava lá fora... com lágrimas nos olhos abraçou-me e disse:

- Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste! Não podíamos pedir um melhor homem pra nossa filha, bem- vindo à família!.

Moral da história: "Guarda sempre os preservativos no carro..."
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