quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Momentos de poesia...

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'Adivinha'



Tem qualquer coisa de vivo
Tem qualquer coisa de fruta
Quando quieto, sossegado
Quase ninguém dá por ele
Qual guerreiro antes da luta

Mas que ninguém o desperte
Ninguém o tire do sono
Que ele assim que acordado
Não mais volta a estar quieto
Não se contém o danado
Nem deixa descanso ao dono
E é vê-lo então que, de inerte
Depressa lhe passa o torpor
E de dormente a arrebitado
É vê-lo atingir seu esplendor

Erecto, em toda a sua pujança
E em posição majestosa
Dominador, irreverente
Sempre pronto à implicança
Não desiste e vai tentando
Chegar à parte gostosa

Provocador e metediço
Não deixa as coisas por menos
Não se contenta sem dança
Tem vida própria o castiço
E na cabeça sensações
E ora entra ora sai não se tem
E em tais naturais excitações
Muitas vezes ele se vai
Quantas vezes... ele se vem!

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Momentos de... reflexão!

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O CACHORRO E O AÇOUGUEIRO

Um açougueiro estava na sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou. Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou. Novamente ele tentou espantá-lo, e foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca. Pegou no bilhete e leu:
- 'Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado....
Então olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 20 euros. Pegou no dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica juntamente com o troco, e pôs de novo na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e, como já era mesmo hora de fechar, decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou numa casa e pôs as compras na calçada. Então, recuou um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. O cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi então quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até ao dono da casa e tentou impedi-lo, dizendo:
-'Por Deus do céu, o que é que você está a fazer? O seu cão é um génio!'
Resposta do homem:
- 'Um génio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História: Podes continuar excedendo as expectativas, mas, para os olhos de alguns, estarás sempre abaixo do esperado. Se quiseres testar o caráter de alguém, dá-lhe o poder.
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Momentos... na Assembleia!

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"O acto sexual é para ter filhos", disse na Assembleia da República, no dia 3 de Abril de 1982, o então deputado do CDS João Morgado num debate sobre a legalização do aborto.

Em resposta, Natália Correia (à data também deputada) escreveu um poema, publicado no Diário de Lisboa dois dias depois, tendo feito rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, e levado à interrupção dos trabalhos parlamentares.



"Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.

Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado."

( Natália Correia )

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O meu último corte de cabelo!



Ontem fui, pela primeira vez, ao “Unissexo”. Ao barbeiro. Ao barbeiro não, ao cabeleireiro... cabeleireiro?! ...bem, aqueles sitios onde a gente se “mistura” para cortar os cabelos. Nunca tinha experimentado, mas... tal como noutras, também nestas coisas eu não gosto de morrer estúpido...
A semana passada tinha-me encontrado no elevador com o João Vitor, um amigo de longos anos, que, a propósito não sei já de quê, me havia falado, com um bem humorado entusiasmo, do tal local “Unissexo” e de uma tal “Lili” que o havia servido (no corte do cabelo, entenda-se...).
Bem, eu devo dizer que sou muito conservador em certas coisas e não sou muito dado a experiências novas (excepto algumas...), pelo menos naquelas que “mexem” com a minha integridade capilar.
Todavia, e depois de todo aquele entusiasmo do João, deixei os pergaminhos de lado e lá fui procurar o tal tão “entusiasmante” Unissexo. Dei com ele facilmente, pois claro, numa loja do “Shopping”. Espreitei pela porta envidraçada e, um pouco inibido, lá entrei por fim, arrojada e decididamente. Um pouco encavacado, como quem está em local “proibido”, lancei de relance, primeiro um olhar à clientela que, por acaso, eram só duas meninas, e sentei-me num dos lugares livres.

Puxei duma revista como se estivesse perfeitamente à vontade, e comecei uma leitura sem nada ler, que o que eu queria mesmo era saber onde estava a tal Lili. Assim que consegui soltar-me um pouco e levantar os olhos da revista, muito disfarçadamente varri com os olhos as três artistas da tesoura. Uma delas, nem falar… com aqueles cabelos multicolores à freak, não poderia ser a Lili. Das outras duas, uma era bastante p’ro gordinho, de braços curtos e um pouco baixinha, o que a tornava ainda mais gorda e com nenhumas possibilidades de ser candidata a Lili. Além disso, com um par de seios a atirar p’ro grande e que, só com grande ginástica e perícia a sua dona conseguia manter, parte deles, dentro duma Tshirt de tamanho “S”, quando a sua medida deveria ser, certamente, o “XXL”... deixando, assim, desnudadas e tremelicantes, aquelas duas grandes massas arredondadas.

A outra artista... Oh! alvorada do amanhecer!… -Bem a outra era um belo exemplar daquilo que o Criador, só quando está bem disposto, consegue fazer. Para regalo dos nossos olhos. E não só! -morena, bonita, dengosa, bem pintada, de olhos alegres e bem falante, aí pelos 27-28... enfim, era esta, concluí definitivamente, a tal Lili, sem dúvida.
Caramba, aquele João Vitor também não perde uma, pensei. -Bolas... aquele gajo é tramado!
A certa altura aproxima-se um puto que me pergunta: -tem preferência? Primeiro não entendi, mas logo me recompuz e respondi-lhe, de imediato e com toda a convicção: - Sim, sim, a Lili. Claro, quem mais quereria o puto que fosse? Ele apontou qualquer coisa num bloco e afastou-se.
Cerca de uma hora e de uma meia dúzia de revistas depois, profundamente embrenhado e sonhando já com as sensações por que iria passar, ali sentado naquela cadeira rotativa, bem juntinho e cheirando o perfume daquela deusa da tesoura, sentindo já cada tesourada como se de uma carícia de Afrodite se tratasse, volta-me novamente o puto, chamando-me para me sentar na cadeira. -Qual cadeira? perguntei, -Eu disse que queria a Lili, pá, e essa ainda está ocupada!
Torna ele -Mas a Lili é esta, apontando-me a cadeira vazia da “gordinha”. -Então a Lili... não é... -Não, respondeu ele, aquela ali é a Mafalda.


Oh! Crepúsculo do anoitecer! -Isto não podia estar a acontecer-me a mim... mas que mal fiz eu a Deus?
Contrariado e com uma vontade danada de sair porta fora, lá me sentei na maldita cadeira, com aquela mesma vontade e disposição com que me sento na do dentista. E, já que tinha que ser, entreguei-me… e ainda eu não sabia o que me esperava!
Enquanto a Mafalda, ao lado, toda ela se mexia, e falava, e ria, esta, a tal Lili perguntava apenas:
-Então como vai ser? -Oh! minha filha, olhe, normal! disse eu. Acho que ela entendeu porque não perguntou mais nada, atirando-se a mim à tesourada. A certa altura, pergunta-me:
-Também quer por cima? (!?!) -Claro, respondi, já agora de todos os lados... não há nada como experimentar tudo... pensei!
E é então aqui que as coisas começam a aquecer... é então que ela, a Lili, me vira para ela, pela esquerda e quase de frente, me agarra na cabeça como se agarrasse um vaso de plantas e me encosta a minha cara ao peito dela.


Baixinha como a artista era, a minha visão estava agora confinada apenas a duas grandes bombocas, que tremelicavam a cada movimento da tesoura. -Oh! diabo, pensei, o que é isto? Então e agora o que é que eu faço? O que é que é suposto fazer agora? continuei a pensar. E a pensar também como é que havia de respirar... porque, à medida que ela ia progredindo no corte por cima, mais me empurrava a cara contra aqueles grandes seios semi-desnudados, até que, em dado momento e já com o nariz enterrado naquelas massas moles, mexi um pouco a cabeça para libertar uma das narinas, e logo: -Quietinho com a cabeça! disse ela. -Mas eu tenho que respirar, querida, respondi. Ela nem me ouviu, ou fez de conta, não sei, e continuou. E eu continuei com o nariz enfiado... bem no meio.

Oh! meus amigos! vocês sabem como é... que ninguém é de ferro, e a minha “impaciência” já se não continha e estava a ficar demasiado... volumosa! Tanto que comecei a ficar preocupado, envergonhado até, pois que tanta “impaciência” começara já a tornar-se demasiado... visível!
Tentei, lá como poude e sem me mexer, encaminhar as mãos, muito devagarinho como se nada fosse e sem despertar as atenções, para o local onde pudesse, dissimuladamente, esconder toda aquela minha “impaciência” que me atrapalhava ainda mais, mas... uma vez mais a voz seca dela (que não condizia nada com o toque “soft” dos seus atributos) me despertou dos meus intentos: -Não mexa a cabeça, por favor! Confesso que, já meio irritado, me apeteceu perguntar-lhe a qual delas se referia ela, mas serenei.


Francamento vos digo, eu já não sabia de que cor estava. Acho que já tinha passado por todas elas... e o meu nariz continuava ainda onde não deveria estar. E continuava, agora ainda mais, a precisar de respirar. E como se isto não bastasse já, oh! minha Nossa Senhora... sinto ainda neste momento alguém pegar-me na mão direita, que se encontrava sobre a esquerda e no local onde, estrategicamente, as tinha podido colocar, no intuito de esconder a tal “impaciência”. Era agora a “manicure” - a Arlete - que me perguntava: -Vamos arranjar estas unhas? -Que nada, respondi, estou com pressa, vamos deixar para a próxima! E tornei a por a mão no mesmo sítio...

Bem, já não me lembro muito bem quanto tempo a Lili demorou a acertar-me o cabelo por cima. Só sei que foi muito... demais, e eu transpirei por todos os poros. Só uma coisa vos garanto: -nunca mais volto ao “Unissexo”. A este ou outro qualquer. E quando tornar a encontrar o João Vitor, prego-lhe com duas cervejas na tromba. Que isto não se faz a um amigo!

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Moral da história... anda sempre com eles no carro!...


Eu era feliz... A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar. Só havia uma coisa que me chateava, era a irmã mais nova dela. A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava mini-saias e grandes decotes... Tinha a mania de vir abaixar-se bem perto de mim, e muitas vezes até tive visões agradáveis do que a sua roupa interior escondia.

Um dia ligou-me, convidando-me para ir ver os convites do meu casamento.
Chegado lá, começou ela com uma lenga-lenga, que em breve eu estaria casado, que ela tinha sentimentos e desejos por mim, que não conseguia e nem queria esquecer. Enfim... ela queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar.

Eu fiquei em estado de choque e nem consegui dizer uma palavra. Ela disse então:

- Vou lá para cima para o meu quarto, se quiseres só tens de subir e ir lá ter comigo...
Fiquei atónito. Estava congelado enquanto a observava a subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, tirou a cuequinha e atirou-a pela escada para mim. Eu fiquei estarrecido e parado por um momento... então virei-me e fui directo para a porta da frente. Abri a porta rapidamente e saí da casa.
Caminhei determinado em direcção ao meu carro.

O meu futuro sogro estava lá fora... com lágrimas nos olhos abraçou-me e disse:

- Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste! Não podíamos pedir um melhor homem pra nossa filha, bem- vindo à família!.

Moral da história: "Guarda sempre os preservativos no carro..."
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Barbara Streisand & Barry Gibb - 'What Kind of Fool´'

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E quando a um monstro do talento se junta uma verdadeira força da natureza... sai esta inesquecível obra prima para os olhos e para os ouvidos!
Depois?... torna-se lenda!



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Tempo de sorrir...


Duas turistas jogavam golfe no Alentejo. Uma delas errou a tacada, atingindo um alentejano que passava ali próximo.
Este imediatamente juntou as mãos entre as pernas e ajoelhou-se, gemendo de dor.

Uma delas correu até ele, desfazendo-se em desculpas e querendo ajudar o pobre homem naquela situação.
- Por favor, deixe-me ajudá-lo. Sou fisioterapeuta e sei como aliviar essa dor! Posso fazê-lo sentir-se melhor, se você deixar!

- Uuuuuuuuh... Ooooooooh... continuava o alentejano, quase sem poder respirar e apertando as mãos entre as pernas.
Mas perante a insistência da mulher, ele finalmente permitiu que ela o ajudasse.

Então, delicadamente, ela afastou as mãos do homem e deitou-o de lado. Abrindo-lhe o fecho das calças, meteu a mão dentro, iniciando uma massagem nos testículos do homem.

Após alguns minutos, ela pergunta:
- Então como está? ...melhor?

Respondeu o alentejano:
- Hummm... está muito bêm, sim senhôra!!! O mê dedo até parou de doeri...
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Patxi Andion - 20 Aniversario - 'Palabras'

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Acho que, desde os finais dos anos 60s, foi esta a composição, a música, a voz e, principalmente, as 'palabras', que mais marcaram todo o percurso da minha vida.

Ela foi, e sempre continuará a ser, a mensagem que haveria de modelar toda a minha vida, como se fora o destino traçado por uma qualquer fada 'madrasta'!

Todavia... esta canção actuou sempre em mim, coisa estranha, qual bálsamo que arrepia, mas alivia!



Veinte años de estar juntos,
esta tarde se han cumplido.
Para ti flores, perfumes,
para mi... algunos libros!

No te he dicho grandes cosas
porque no me habrian salido,
! ya sabes cosas de viejos!
Requemor de no haber sido!

Hace tiempo que intentamos
abonar nuestro Destino.
Tú bajabas la persiana,
Yo apuraba mi ultimo vino.

Hoy, en esta noche fría,
casi como ignorando el sabor
de soledad compartida,
quise hacerte una canción
para cantar despacito,
como se duerme a los ninos.
Y ya ves, solo palabras
sobre notas me han salido.

Que al igual que tú y que yo,
ni se importan ni se estorban,
se soportan amistosas,
mas, non son una canción.

...Qué helada está esta casa.
...Será que está cerca el Rio
...O es que entramos en invierno
...Y están llegando...
...Están llegando los fríos.

(Patxi Andion)

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Barcley James Harvest - 'Poor Man's Moody Blues'

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Mais um daqueles momentos musicais que me deixam nostálgico!
Aconselho-vos a aumentarem bem o volume de som... e ouvirem mesmo até ao fim!...

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Momentos de poesia...


CÂNTICO NEGRO

"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...

A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre a minha mãe

Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...

Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...

Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...

Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!

(José Régio)

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La Boda... o momento das fotos!

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Como em toda a boda... chega sempre aquele momento das fotos de recordação...


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Momentos de poesia...

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Conspiração dos deuses

Deslumbrado! Já te disse
Que não esperava que eu me visse
Assim tão cedo com este quase
Quase medo!

Estariam os deuses brincando?

Precipitados na vertigem do acontecimento
Que foi surpresa, deslumbramento
Foi renascer no pensamento
Foi reviver no sentimento
A juventude, a quase ilusão
De quase paixão
De te sentir entregue assim
Arrebatada, apaixonada
Sem resistir
Naquele silêncio cumplicidade
Naquela festa dos sentimentos
Naquele impulso tão impensado
Naquele beijo inesperado
Tão demorado
Ficámos unidos no mesmo ritmo
Do coração
Acertámos o passo naquele abraço
De quase paixão!

Estariam os deuses sorrindo?

E ali selámos naquele beijo
Naquele gesto
O manifesto dos sentimentos
Que incontidos brotaram
Numa explosão da emoção
Que adivinhada vinha já sendo
Que reprimida vinha correndo
Discorrendo das palavras
Que voavam tão ligeiras
Tão veladas, insinuadas
Mas tão intensas, afinal!
Tão intenso... no final!

Estariam os deuses tentando?
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Nas campanhas eleitorais!

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Um político que estava em plena campanha chegou a uma pequena cidade, subiu para o palanque e começou o discurso:

- Compatriotas, companheiros, amigos! Encontramo-nos aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico, tema ou assunto que hoje nos convoca, reúne ou junta é a minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.

De repente, uma pessoa do público pergunta:

- Ouça lá, porque é que o senhor utiliza sempre três palavras para dizer a mesma coisa?

O candidato respondeu:

- Pois veja, meu caro senhor: a primeira palavra é para pessoas com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como o senhor e a maioria dos que estão aqui; A terceira palavra é para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, digamos, como esse operário que está aí ao seu lado.

De imediato, o operário empertiga-se e ‘atira':

- Ó senhor postulante, aspirante ou candidato: o facto, circunstância ou razão pela qual me encontro com este aspecto indigente, rude ou emporcalhado, não implica, significa, ou quer dizer que o meu nível cultural seja ínfimo, baixo ou rasca. E com toda a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece, pode ir reunindo, juntando ou arrecadando os seus haveres, coisas ou bagulhos e encaminhar-se, dirigir-se ou pirar-se para a leviana da sua progenitora, a mundana da sua mãe ou para a puta que o pariu!
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Lara Fabian - 'Je Suis Malade'

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Eis uma extraordinária interpretação que me arrepia! É de Serge Lama a composição e primeira interpretação.
Porém... esta Lara Fabian consegue esta fabulosa interpretação que supera a do seu criador!




Je suis malade
(by Serge Lama)

Je ne rêve plus je ne fume plus
Je n'ai même plus d'histoire
Je suis sale sans toi je suis laid sans toi
Je suis comme un orphelin dans un dortoir

Je n'ai plus envie de vivre ma vie
Ma vie cesse quand tu pars
Je n'ai plus de vie et même mon lit
Se transforme en quai de gare
Quand tu t'en vas

Je suis malade complètement malade
Comme quand ma mère sortait le soir
Et qu'elle me laissait seul avec mon désespoir

Je suis malade parfaitement malade
T'arrives on ne sait jamais quand
Tu repars on ne sait jamais où
Et ça va faire bientôt deux ans
Que tu t'en fous

Comme à un rocher comme à un péché
Je suis accroché à toi
Je suis fatigué je suis épuisé
De faire semblant d'être heureux quand ils sont là

Je bois toutes les nuits mais tous les whiskies
Pour moi ont le même goût
Et tous les bateaux portent ton drapeau
Je ne sais plus où aller tu es partout

Je suis malade complètement malade
Je verse mon sang dans ton corps
Et je suis comme un oiseau mort quand toi tu dors

Je suis malade parfaitement malade
Tu m'as privé de tous mes chants
Tu m'as vidé de tous mes mots
Pourtant moi j'avais du talent avant ta peau

Cet amour me tue, si ça continue
Je crèverai seul avec moi
Près de ma radio comme un gosse idiot
Écoutant ma propre voix qui chantera :

Je suis malade complètement malade
Comme quand ma mère sortait le soir
Et qu'elle me laissait seul avec mon désespoir

Je suis malade c'est ça je suis malade
Tu m'as privé de tous mes chants
Tu m'as vidé de tous mes mots
Et j'ai le cœur complètement malade
Cerné de barricades t'entends je suis malade

A tua casa e... as avaliações!!!

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A tua casa vista por

Ti...

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Pelo Comprador...

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Pelo Banco...

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Pelo Avaliador...

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Pelas Finanças portuguesas!!!...

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Princípios científicos aplicáveis à VIDA REAL

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Matemáticas do CASAL:
Homem inteligente + Mulher inteligente = ROMANCE
Homem inteligente + Mulher tonta = AVENTURA
Homem tonto + Mulher inteligente = CASAMENTO
Homem tonto + Mulher tonta = GRAVIDEZ


Aritmética de EMPREGO:
Chefe inteligente + Empregado inteligente = LUCROS
Chefe inteligente + Empregado tonto = PRODUÇÃO
Chefe tonto + Empregado inteligente = PROMOÇÃO
Chefe tonto + Empregado tonto = HORAS EXTRA


Algoritmo de COMPRAS:
Um homem pagará 2,83 € por um objecto de 1,83 €, que necessita.
Uma mulher pagará 1,83 € por um objecto de 2,83 €, que não necessita


Equações e Estatísticas Gerais:
Uma mulher preocupa-se pelo futuro ... até que encontra marido.
Um homem nunca se preocupa com o futuro ... até que encontra mulher.
Um triunfador é ... um homem que ganha mais dinheiro de que pode gastar a sua mulher.
Uma triunfadora é ... a mulher que encontra esse homem.


Equações da Felicidade:
Para ser feliz com um homem tens que entendê-lo muito, e gostar dele um pouco.
Para ser feliz com uma mulher, tens que amá-la muito e não tentar entendê-la.


Paradoxo da Longevidade:
Os homens casados vivem mais que os solteiros, mas estão muito mais expostos a morrer.


Dinâmica das Mudanças:
Uma mulher casa-se com um homem esperando que ele mude, mas ele não o faz.
Um homem casa-se com uma mulher esperando que não mude, mas ela muda.


Técnicas de DISCUSSÃO:
Uma mulher SEMPRE tem a última palavra numa discussão.
Qualquer coisa que o homem diga depois disso é o começo de uma NOVA DISCUSSÃO

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VALENTINA LISITSA - O novo génio e a fada do piano!

Nascida em Kiev, na Ucrânia, Valentina Lisitsa começou a tocar piano aos três anos de idade, realizando o seu primeiro recital aos quatro anos. Realizou os seus estudos na Escola de Música de Lysenko e no Conservatório de Kiev. Depois disso, Valentina mudou-se para os Estados Unidos, tornando-se então cidadã americana e vivendo actualmente numa zona rural da Carolina do Norte.

Descrita pelos críticos como uma pianista "electrizante", esta ucraniana de nascença tem sido objecto de rasgados elogios desde a sua estreia no Avery Fisher Hall.

Com a sua técnica multi-facetada descrita como "deslumbrante", Valentina está perfeitamente à vontade em todo um vasto repertório desde Bach e Shostakovich a Mozart e a Bernstein. Apesar disso, ela admite ter uma afinidade muito especial com a música de Rachmaninov e de Beethoven.

Com uma abordagem particularmente própria e destemida em cada trabalho que realiza, ela foi recebida pelo público entusiasmado em todo o mundo, em especial dos ouvintes mais exigentes - considerando a sua estreia no Musikverein de Viena Golden Hall (2008), onde recebeu aplausos de pé nas suas interpretações.











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Tempo de sorrir...


Uma senhora muito bonita procura um tatuador e pede-lhe:
- Faça-me na minha nádega esquerda um lindo coelhinho de Páscoa.

O tatuador trabalhou e fez um perfeito coelhinho, que ela adorou.
- Agora, faça-me um Pai Natal com o seu saco de presentes na minha nádega direita.

O tatuador trabalhou e fez um lindo trabalho, que ela aprovou incondicionalmente.
Ela perguntou quanto era, pagou e, quando ia sair, o tatuador intrigado perguntou:

- Minha senhora, o seu pedido para mim foi inédito e isso deixou-me muito curioso. Por favor, diga-me... porquê um coelho de Páscoa numa nádega e um Pai Natal na outra?

Respondeu ela:
- É para calar a boca do meu marido, que está sempre a dizer que lá em casa não há nada de bom para comer entre a Páscoa e o Natal!...

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Ken Block... o mago da gincana automóvel

Como eu gostava de ter este... kit de unhas!






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Como pudémos sobreviver?!...


Você que teve sua infância durante os anos 60, 70, 80... ?

Como pôde sobreviver???

1 - Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem air-bag!
2 – Íamos soltos no banco de trás fazendo aquela farra! E isso não era perigoso!
3 - As camas de grades e os brinquedos eram multicores e no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas” contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
4 - Não havia travas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.
5 – A gente andava de bicicleta para lá e pra cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotuveleiras...
6 - Bebíamos água da torneira, de uma mangueira, ou de uma fonte e não águas minerais em garrafas ditas... esterilizadas...
7- Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolamentos e aqueles que tinham a sorte de morar perto de uma descida asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham „economizado a sola dos sapatos, que eram usados como travões...E estavam descalços...
8 - Íamos brincar na rua, com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer! Não havia Telemóveis... E nossos pais não sabiam onde estávamos! Incrível!
9 - Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar em casa.
10 - Gessos, dentes partidos, joelhos feridos...Alguém se queixava disso?Todos tinham razão, menos nós...
11 - Comíamos doces à vontade, Pão com manteiga, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade, brincávamos sempre na rua e éramos super activos...
12 - Dividíamos com nossos amigos uma gasosa comprada naquela loja da esquina, gole a gole e nunca ninguém morreu por isso....
13-Nada de Playstations, Nintendo 64, X boxes, jogos de Vídeo, Internet por satélite Dolby surround, telemóvel com câmara Computador Chats na Internet ... Só amigos.
14 - E os nossos cachorros? Lembram-se? Nada de ração. Comiam a mesma comida que nós (muitas vezes os restos), e sem problema algum! Banho quente? Champô? Que nada! No quintal, um segurava o cão e o outro com a mangueira (fria) ia deitando água e esfregando-o com (acreditem se quiserem) sabão (em barra) de lavar roupa! Algum cachorro morreu (ou adoeceu) por causa disso?
15 - A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms de nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
16 - É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, com a trave sinalizada por duas pedras, ninguém ficava frustrado e nem era o “FIM DO MUNDO“!
17 – Na escola tinha bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos "superdotados", nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiper-actividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
18 - Tínhamos: Liberdade, Fracassos, Sucessos, Deveres ...e aprendíamos a lidar com cada um deles!

A única verdadeira questão é: como a gente conseguiu sobreviver???
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?

Você também é dessa geração?

Se sim, então mande este texto aos seus amigos desse tempo, e também aos seus filhos e sobrinhos, para que eles saibam como era no... Nosso tempo!
Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas...

Como éramos felizes!!!
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Os novos Três Tenores!

E a história repete-se... e renova-se! Benvindos, rapazes






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Precisa-se de matéria prima para construir um País


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Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos … e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos. Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é “muito chato ter que ler”) e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar a alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser “compradas”, sem se fazer qualquer exame. Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Não. Não. Não. Já basta. Como “matéria prima” de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que nosso país precisa.
Esses defeitos, essa “CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA” congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, é real e honestamente ruim.

(Adaptado de crónica de Eduardo Prado Coelho)
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As melhores frases dos piores alunos!

Quase inacreditável!...


*O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra! *

*O cérebro humano tem dois lados, um para vigiar o outro.*

*O cérebro tem uma capacidade tão grande que hoje em dia, praticamente, toda a gente tem um.*

*Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.*

*O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes! *

*Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre os dez primeiros.*

*O piloto que atravessa a barreira do som nem percebe, porque não ouve mais nada.*

*O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.*

*Antes mesmo da guerra a mercedes já fabricava volkswagen.*

*Pedofilia é o nome que se dá ao estudo dos pêlos.*

*O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0*

*Nos aviões, os passageiros da primeira classe sofrem menos acidentes que os da classe económica.*

*O índice de fecundidade deve ser igual a 2 para garantir a reprodução das espécies, pois precisa-se de um macho e uma fêmea para fazer o bebé. Podem até ser 3 ou 4, mas chegam 2.*

*O homossexualismo, ao contrário do que todos imaginam, não é uma doença, mas ninguém quer tê-la. *

*Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.*

*O verme conhecido como solitária é um molusco que mora nointerior, mas que está muito sozinho.*

*Cada vez mais as pessoas querem conhecer a sua família através da árvore ginecológica.*

*O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.*

*A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.*

*Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.*

*Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.*

*Quando os egípcios viam a morte a chegar, disfarçavam-se de múmia.*

*Uma linha recta deixa de ser recta quando encontra uma curva.*

*O aço é um metal muito mais resistente do que a madeira.*

*O porco é assim chamado porque é nojento.*

*A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos ice-bergs.*

*Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.*

*A água tem uma cor inodora.*

*O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.*

*A idade da pedra começa com a invenção do Bronze.*

*O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.*

*Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.*

*A luta greco-romana causou a guerra entre esses dois países.*

*Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.*

*O tabaco é uma planta carnívora que se alimenta de pulmões.*

*Na Idade Média os tractores eram puxados por bois, pois não tinham gasolina.*

*A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.*

*Quando dois átomos se encontram, vai dar uma grande merda.*

*Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.*

*Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus.*

*A trompa de Eustáquio é um instrumento musical de sopro, inventado pelo grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.*

*Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, da ida e vinda dos sons.*

*As constelações servem para clareficar a noite.*

*Ao princípio os índios eram muito atrasados mas com o tempo foram-se sifilizando.*

*O Convento dos Capuchos foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do monte.*

*A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje*

*A Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos.*

*As aves teem na boca um dente chamado bico.*

*A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.*
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O dentista cego...

Se uma destas me acontecesse... a primeira coisa que eu procurava era a porta da saída!


Desenhos Loucosssssss...

Como eu gostaria de saber desenhar assim!